O menino com um lápis detrás da orelha. Como é encantadora a forma como ele morde a boca enquanto pensa. Já não me concentro mais, já não sei se é fascismo ou nazismo (ou se são os dois) só consigo prestar atenção naquele lápis, nele, na forma como ele pensa, olha pra cima e morde os lábios inferiores.
De longe, estou eu observando fixamente por minutos a fio. Só paro quando um celular toca, o professor o procura no meio de tantos outros celulares e o desliga. Ele ri e olha pra trás, tenho que desviar o olhar. Foi por pouco.
Volto para a segunda guerra, tenho que terminar isso logo. Não consigo.
Logaritmo de quatro na base x igual a ele. Só penso nele, no lápis, na boca, no olhar -A razão de todos os meus problemas ou talvez a solução deles.
De longe, estou eu observando fixamente por minutos a fio. Só paro quando um celular toca, o professor o procura no meio de tantos outros celulares e o desliga. Ele ri e olha pra trás, tenho que desviar o olhar. Foi por pouco.
Volto para a segunda guerra, tenho que terminar isso logo. Não consigo.
Logaritmo de quatro na base x igual a ele. Só penso nele, no lápis, na boca, no olhar -A razão de todos os meus problemas ou talvez a solução deles.
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