
Sabe, sempre quis ter amigos de infância. Na verdade sempre tive um pouco de inveja das pessoas que têm. Não que eu não adore amizades curtas - isso seria até idiota - porque pra quem (como eu), que já mudou cinco vezes de cidade, onze de colégio e passou por nove escolas diferentes, só o que se pode ter são amizades curtas.
Entretanto, sempre quis ter um amigo de infância...
Aquele com quem possa lembrar das travessuras, brincadeiras, esconderijos secretos, linguagens estranhas, receitas de areia, grama e plantinhas coloridas. Poder sentar uma tarde inteira e ficar vendo fotos (rindo dos cortes de cabelo), vídeos e morrendo de vergonha de sempre aparecer pulando e gritando mais que todo mundo nas filmagens.
Além disso, pensar que você evoluiu com aquela pessoa, você fez parte de toda a vida dela, e ela da sua. Quase sempre brigando pelo lápis de cor (fazendo as pazes) brigando de novo pelo lado da parede, e no minuto seguinte já estarem pulando e desenhando escondidos na parede da casa da sua avó, aquela nos fundos que é branquinha e tem um jardim ao lado.
Entretanto, sempre quis ter um amigo de infância...
Aquele com quem possa lembrar das travessuras, brincadeiras, esconderijos secretos, linguagens estranhas, receitas de areia, grama e plantinhas coloridas. Poder sentar uma tarde inteira e ficar vendo fotos (rindo dos cortes de cabelo), vídeos e morrendo de vergonha de sempre aparecer pulando e gritando mais que todo mundo nas filmagens.
Além disso, pensar que você evoluiu com aquela pessoa, você fez parte de toda a vida dela, e ela da sua. Quase sempre brigando pelo lápis de cor (fazendo as pazes) brigando de novo pelo lado da parede, e no minuto seguinte já estarem pulando e desenhando escondidos na parede da casa da sua avó, aquela nos fundos que é branquinha e tem um jardim ao lado.
Essa segurança que um amigo de longos anos nos dá, por termos a certeza de que ele entende o que a gente quer falar apenas pelo olhar, ou pelo tom de voz. De ele saber de todos os nossos segredos e medos, e quando já não tem mais ninguém pra nos escutar, ele ta lá de braços abertos dispostos apenas a ouvir, sem reclamar nem sequer questionar (é sempre tão bom ter um abraço assim).
Um comentário:
Olá...antes de chegar aqui no seu blog visitei o da Carol que é minha amiga, de lá fui passear no da Fabiana e acabei parando aqui..rsrsrsr...maravilhas do mundo moderno né. Quero lhe dar os parabéns...adorei o blog, passarei sempre por aqui...
Ah, Faísca é simplesmente perfeito!
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